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30 Apr 2019 19:15
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<h1> Pol&iacute;cia Civil Intensifica Investiga&ccedil;&atilde;o De Golpes Aplicados Na Web No Amap&aacute; </h1>

<p>Na Tun&iacute;sia, ponto de partida da s&eacute;rie de revoltas, o n&uacute;mero de usu&aacute;rios cadastrados no Facebook aumentou consideravelmente em um per&iacute;odo de somente dois meses: Duzentos 1 mil novos inscritos entre novembro de 2010 e janeiro de 2011, de acordo com o estudo. Foi pontualmente nessa &eacute;poca que os tunisianos foram &agrave;s ruas para demandar a queda do presidente Zine el Abidine Ben Ali, que estava no poder h&aacute; 23 anos.</p>

<p>A pot&ecirc;ncia do Twitter no estado tamb&eacute;m &eacute; evidenciada pelos n&uacute;meros do relat&oacute;rio. No dia 14 de janeiro, data em que Ben Ali renunciou e fugiu para a Ar&aacute;bia Saudita, a rede de microblogs teve seu pico de acessos por tunisianos. Sultan al Qassemi &eacute; um deles. Incerto Perfil Republicano Constru&iacute;do Por Russos Engana Celebridades Nos Estados unidos narrou a revolu&ccedil;&atilde;o tunisiana, no entanto n&atilde;o parou com a sa&iacute;da de Ben Ali.</p>

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<p>Como seus posts passaram a ser largamente utilizado por ve&iacute;culos de comunica&ccedil;&atilde;o ocidentais, o analista pol&iacute;tico come&ccedil;ou a anunciar tamb&eacute;m o que acontecia no Egito. Na atualidade, Al Qassemi &eacute; seguido por mais de oitenta e oito 1000 pessoas. Em janeiro, quando os protestos come&ccedil;aram, seu perfil era seguido por apenas sete mil pessoas. O desenvolvimento vertiginoso fez com que ele fosse eleito um dos tu&iacute;teiros mais influentes do universo, na revista norte-americana Time.</p>

<p>Ao longo dos protestos no Egito, Al Qassemi passou a publicar um coment&aacute;rio na rede a cada 45 segundos, em m&eacute;dia. Segundo o relat&oacute;rio da Dubai School of Government, 9 em cada 10 tunisianos e eg&iacute;pcios testemunharam ter usado o Facebook para organizar os protestos e ampliar a participa&ccedil;&atilde;o da popula&ccedil;&atilde;o nas manifesta&ccedil;&otilde;es.</p>

<p>Nos outros pa&iacute;ses em que a Primavera &Aacute;rabe se fez presente, as redes sociais assim como mostraram tua pot&ecirc;ncia e ajudaram pela organiza&ccedil;&atilde;o dos protestos. O n&uacute;mero de usu&aacute;rios do Facebook no universo &aacute;rabe cresceu de 14,oito milh&otilde;es para 27,7 milh&otilde;es no tempo de um ano, entre fevereiro de 2010 e 2011, assim como de acordo com o documento. Durante os protestos do mundo &aacute;rabe, o Twitter foi amplamente utilizado para que v&aacute;rios pa&iacute;ses ocidentais fossem informados sobre o que acontecia nos pa&iacute;ses. Isto visto que o acesso da imprensa internacional a alguns desses locais era muito restrito.</p>

<p>De certa maneira, esse assunto fez com que a cobertura e a influ&ecirc;ncia da revolu&ccedil;&atilde;o n&atilde;o ficasse restrita aos pa&iacute;ses da localidade. O ranking dos temas mais comentados durante este ano no Twitter evidencia o caso de que, em diversas na&ccedil;&otilde;es, os manifestantes encontraram brechas pra utilizar o servi&ccedil;o e disseminar dicas a respeito de os protestos. Egypt (Egito, em ingl&ecirc;s) foi a mais utilizada durante esse ano.</p>

<ul>
<li>3 Business virtual communities</li>
<li>5- Engaje os seus seguidores</li>
<li>Proporcionar webin&aacute;rios pros membros da promo&ccedil;&atilde;o</li>
<li>Melhores apps de intera&ccedil;&atilde;o autom&aacute;tica no Instagram: Perforgram</li>
<li>seis Quest&otilde;es sociais</li>
</ul>

<p>Apenas nos tr&ecirc;s primeiros meses da revolu&ccedil;&atilde;o eg&iacute;pcia, o termo foi utilizado durantes 1,4 milh&otilde;es de vezes. Snapchat Esnoba O Poder De Celebridades E De Marcas , data que marca o come&ccedil;o dos protestos no Egito contra o presidente Hosni Mubarak, que deixou o poder em 11 de fevereiro. O termo foi utilizado 1,dois milh&atilde;o de vezes no Twitter, tamb&eacute;m nos primeiros meses da revolta.</p>

<p>640 mil e 620 “tu&iacute;tes”, respectivamente. O emprego das redes sociais nas revoltas &aacute;rabes n&atilde;o ficou restrito apenas &agrave; popula&ccedil;&atilde;o, geralmente mais jovem, que ia &agrave;s ruas. Alguns jornalistas que faziam oposi&ccedil;&atilde;o ao regime dos l&iacute;deres &aacute;rabes passaram a usar as ferramentas com mais regularidade e for&ccedil;a. Um modelo desse exerc&iacute;cio considerado profissional das m&iacute;dias sociais &eacute; a jornalista eg&iacute;pcia Mona Eltahawy. Em seu perfil no Twitter, Mona passou a narrar o que acontecia no Egito. A jornalista participou ativamente dos confrontos entre manifestantes e for&ccedil;as nacionais pela Pra&ccedil;a Tahrir. 5 Dicas Do Marco Gomes Para Ser Um Empreendedor De Sucesso atividade de Mona n&atilde;o cessou, todavia, com o atravessar dos meses.</p>

<p>No dia vinte e quatro de novembro, assim como por interven&ccedil;&atilde;o de sua conta pela rede de microblogs, a jornalista denunciou que havia sofrido espancamento e abusos sexuais por fra&ccedil;&atilde;o da pol&iacute;cia. Mona foi detida na pr&oacute;pria Pra&ccedil;a Tahrir e levada ao Minist&eacute;rio do Interior, onde ficou detida por 12h. Deste tempo, a jornalista teve seu bra&ccedil;o esquerdo e tua m&atilde;o direita quebrados. Apesar da agressividade, Mona se recuperou e continuou a utilizar tua conta no Twitter para contar o que acontecia no estado. Seus relatos se tornaram ainda mais essenciais quando quota da popula&ccedil;&atilde;o eg&iacute;pcia voltou &agrave;s ruas nas &uacute;ltimas semanas pra demandar que a Junta Militar entregasse o poder a um governo civil.</p>

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